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ENCONTRO DE NÚCLEOS: Cascavel reúne 110 lideranças para debater propostas para o XIII CBC
Durante toda manhã desta quinta-feira (13/05), na Associação Atlética Coopavel, em Cascavel, 110 lideranças de cooperativas dos ramos agropecuário, de crédito, de saúde, de transporte e mineral, da região Oeste do estado, participaram do Encontro de Núcleos Cooperativos, organizado pelo Sistema Ocepar e que contou na ocasião com o apoio da Credicoopavel (anfitriã). Este foi o terceiro evento realizado e que tem por objetivo formatar propostas do Paraná para o XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) promoverá entre os dias 9 e 11 de setembro de 2010, em Brasília. O primeiro encontro aconteceu em Curitiba, na terça-feira (11/05), no auditório do Sistema Ocepar com 65 participantes, a Uniodonto foi a cooperativa anfitriã. O segundo encontro aconteceu na quarta-feira (12/05) no auditório da Unimed de Francisco Beltrão, com a Coopercarnes como anfitriã e compareceram 92 pessoas. Com o evento de Cascavel, 110 presentes, já são 267 as lideranças que compareceram nos três encontros realizados. A quarta e última reunião acontece na sexta-feira (14/05), em Astorga, na Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), com a presença dos cooperativistas do Norte e Noroeste do Estado. Na ocasião a Nova Produtiva recebe os convidados.
Presença maciça - A abertura do encontro foi feita pelo diretor presidente da Credicoopavel e também da Coopavel, Dilvo Grolli, logo em seguida o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski apresentou os temas para o debate e aproveitou para fomentar as discussões. Koslovski destacou a presença maciça dos presidentes das cooperativas em todas as regiões. "Estamos contando com a contribuição importante dos dirigentes, que estão se dedicando nos debates em grupo para que o Paraná leve à Brasília propostas fundamentadas em nossa realidade. Com certeza teremos um excelente material pelo grau de envolvimento de todos nestes encontros regionais", frisou o dirigente.
Relatório - "Estou surpreso com as propostas que tem sido apresentada em todos os núcleos", disse, ao ressaltar que as sugestões elaboradas hoje farão parte de um relatório que será alinhavado pela Ocepar, juntando com as dos demais núcleos e em seguida encaminhado para a leitura e aprovação de todos os presidentes das cooperativas do Estado. Ao final chegarão às mãos dos delegados que as defenderão em Brasília, em setembro, para que estes estejam preparados e cientes dos temas propostos. "Aquelas propostas que não forem aprovadas no âmbito nacional, no Congresso, serão aproveitadas pelo Sistema Ocepar no Estado", explicou João Paulo. Esta sistemática de reunir as cooperativas em núcleos surgiu no Paraná e se transformou numa excelente ferramenta para ouvir a base e suas ideias, através de um processo didático e democrático e que hoje vem sendo replicado por diversas outras organizações estaduais.
Força e representatividade - O presidente do Sistema Ocepar disse que o objetivo das cooperativas paranaenses é participar do Congresso, em Brasília e mostrar a força que o cooperativismo tem e para isso é preciso estar munido de propostas que possam fortalecer o setor no âmbito estadual e nacional. "Precisamos ser uma voz unânime com ações que garantam maior competitividade às cooperativas e melhorias ao sistema, pois temos grandes cooperativas que defendem pequenos produtores e é isso que precisa ser reconhecido pelas autoridades que ainda veem o setor como uma sociedade mercantil", frisou João Paulo. (Com informações e fotos da Assessoria de Imprensa da Coopavel)
TRIGO: 600 pessoas participaram do Fórum Nacional, em Erechim (RS)
O Fórum Nacional do Trigo, realizado nesta terça e quarta-feiras (11 e 12/05), na cidade de Erechim(RS), contou com a participação de 600 pessoas, entre produtores, cooperativas, pesquisadores, técnicos, industriais, corretores, Conab, Ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre outras empresas. O evento foi promovido pela Fecoagro/Cooperativas, Embrapa, Emater e Prefeitura Municipal. "As discussões se pautaram nas questões mercadológicas, principalmente nas políticas públicas de apoio à comercialização, nova portaria de classificação do produto e seus impactos para produtores e cooperativas", informou o analista da Gerência Técnica e Econômica do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti.
Painel - Ele participou do evento como um dos painelistas que discutiram o tema "Classificação, segregação e armazenagem do trigo". Robson apresentou dados sobre o mercado de trigo no Paraná; importância da cultura; potencial de produção x consumo; gargalos da produção; mudanças na classificação do trigo; novo padrão de classificação; impactos dessa mudança; investimentos realizados pelas cooperativas do Paraná e capacidade de armazenagem. "Os debates ocorridos no evento foram muito positivos e produtivos. Havia um grande número de produtores e eles tiveram acesso a informações que traçaram um cenário de mercado. Uma das corretoras de mercadorias presente no Fórum, a Serra Morena, mostrou que os estoques de trigo estão elevados e a perspectiva de preços não é atrativa a curto e médio prazo", afirmou Mafioletti.
PEP e AGF - Ainda de acordo com ele, no Brasil, a expectativa é de que o governo federal volte a realizar leilões de PEP (Prêmio de Escoamento do Produto) e operações de AGF (Aquisições do Governo Federal), já que no Rio Grande do Sul ainda há 500 mil toneladas de trigo estocadas, o mesmo volume do cereal que ainda não foi vendido no Paraná. "Além disso, nos dois estados deverá haver uma redução no plantio de trigo entre 10% e 15%. Dessa forma, esse apoio do governo no escoamento do produto é fundamental para ajustar a produção ao consumo", avaliou ainda o analista da Ocepar.
FÓRUM AVICULTURA: Inscrições ao evento encerram nesta sexta-feira (14)
Encerram nesta sexta-feira (14/05) as inscrições para II Fórum de Avicultura, que devem ser feitas por meio dos agentes de desenvolvimento humano das cooperativas pelo site www.ocepar.org.br. O evento acontece no dia 18 de maio, no Hotel Deville, em Cascavel, Oeste do Estado. A iniciativa é da Ocepar e Sescoop/PR, com apoio da Embrapa Suínos e Aves. O evento é destinado a gestores, técnicos e analistas da área de avicultura das cooperativas do Paraná.
Palestras - O Fórum inicia às 8h30 com a palestra do pesquisador da Embrapa, Jonas Irineu dos Santos, sobre as perspectivas para a avicultura no Brasil e no mundo. Já o pesquisador da Embrapa Paulo Sérgio Rosa vai abordar o tema "Nutrição e manejo da alimentação para frangos de corte". Na sequência, o médico veterinário e assessor da Gerência Técnica e Econômica da Ocepar, Alexandre Monteiro, deve tratar de assuntos gerais, como o andamento do Programa de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde; curso de pós-graduação em gestão da cadeia avícola, cursos de capacitação em avicultura, sugestões para o próximo Fórum de Avicultura, entre outros itens.
Informações - Mais informações com Leandro Macioski, pelo fone (41) 3200-1128 ou e-mail leandro@ocepar.org.br, ou com Alexandre Amorim, pelo fone (41) 3200 1114 ou e-mail alexandre@ocepar.org.br.
PORTO DE PARANAGUÁ: Coamo prevê exportar 2 milhões de toneladas em 2010
A Coamo Agroindustrial Cooperativa, com sede em Campo Mourão e unidades em mais 60 Municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, é uma das maiores empresas exportadoras de grãos pelo Porto de Paranaguá. Para 2010, a Coamo prevê exportar cerca de 2 milhões de toneladas de produtos, entre soja, farelo de soja, milho e eventualmente trigo, volume este que representa incremento na ordem de 15% em relação a movimentação das exportações da cooperativa em 2009. No período de janeiro a abril deste ano, conforme levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a Coamo já exportou 765 mil toneladas para vários continentes. "Praticamente, 100% das nossas exportações de grãos são realizadas pelo Porto de Paranaguá, somente no ano passado movimentamos aproximadamente 1,7 milhão de toneladas. O porto de Paranaguá é o corredor de exportação da produção do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo um dos mais importantes da América Latina. A estrutura da Coamo em Paranaguá é composta por uma indústria de esmagamento de soja e um terminal com três armazéns com capacidade estática de 175 mil toneladas, duas linhas de embarque com 3.000 toneladas por hora e duas moegas, que integram uma infraestrutura operacional e logística eficiente para efetivar as operações da cooperativa pelo porto de Paranaguá", explica o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo.
Paranaguá - Para Gallassini, são inúmeras as vantagens das exportações pelo Porto de Paranaguá, entre as quais a redução da distância e do frete, bem como a agilidade na exportação dos produtos agrícolas oriundos dos campos dos mais de 22 mil associados da cooperativa que em 2010 está completando 40 anos de fundação. Ele destaca também o relacionamento e a visão estratégica da nova diretoria da autarquia comandada pelo seu superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Mário Lobo Filho, e o diretor de Desenvolvimento Empresarial, João Batista Lopes dos Santos, que recentemente visitaram e conheceram a estrutura da Coamo em Campo Mourão.
Logística - "A importância do Porto de Paranaguá para o setor agrícola é muito grande, temos efetivado uma forte parceria ao longo desses 20 anos de trabalho entre a Coamo e a Appa. Vamos continuar essa parceria e para os próximos anos, a Coamo irá promover investimentos na sua estrutura em Paranaguá para agilizar ainda mais os processos e as melhorias da logística e do escoamento da produção agrícola para o mercado internacional", prevê Gallassini. O presidente da Coamo acredita na operacionalização dos investimentos anunciados pela Appa quando da visita à cooperativa em Campo Mourão, com a previsão de ampliação da estrutura portuária que resultará em maior agilidade e eficiência das operações no Porto de Paranaguá. Em 2009, a Coamo exportou o montante de US$ 704 milhões, cujo resultado inseriu a cooperativa entre as maiores exportadoras do país. (Assessoria de Imprensa Coamo)
COCAMAR I: Negócios devem atingir R$ 10 milhões na APAS 2010
A maior feira supermercadista do País, a APAS, que acontece desde a última segunda-feira (10/05), em São Paulo, termina nesta quinta-feira (13/05) com a projeção de atingir R$ 4,5 bilhões em negócios, segundo informam os organizadores. Para a Cocamar, a participação no evento significa marketing, relacionamento direto com o setor, busca de oportunidades e é, claro, vendas. Segundo o gerente comercial de varejo, Marco Alarcon, a comercialização de produtos diversos deverá chegar a R$ 10 milhões, praticamente o mesmo volume obtido em 2009.
Novidades - Na edição deste ano, a Cocamar está apresentando novidades aos profissionais de supermercados que visitam o seu estande. São dois novos sabores de néctares de frutas: uva branca e o mix laranja e acerola. Com o apelo do sabor, brasilidade e procedência, esses produtos estão recebendo muitos elogios. "Eles vão impulsionar ainda mais as nossas vendas", comentou Alarcon. O segmento de varejo da Cocamar estima fechar 2010 com um faturamento de R$ 375 milhões, contra R$ 350 milhões obtidos em 2009. (Imprensa Cocamar)
COCAMAR II: Os árabes estão entre as prioridades da cooperativa
As cooperativas brasileiras querem ampliar sua atuação no mercado interno. Mas sem deixar passar boas oportunidades no exterior, como é o caso das vendas para os países árabes, novíssimos parceiros comerciais da Cocamar Cooperativa Industrial, do Paraná, uma das cinco maiores do setor no país. Considerados exigentes e criteriosos, os compradores do Oriente Médio são bem-vindos. Na opinião do superintendente de Negócios da Cocamar, José Cícero Aderaldo, a falta de planejamento e preparo para exportar é uma das deficiências das cooperativas agrícolas brasileiras. Um ponto a ser trabalhado. "As cooperativas nacionais produzem bem, mas nem sempre sabem entrar no mercado externo com assertividade", diz. No ano passado, apenas 3% do faturamento veio das exportações. A cooperativa exportou US$ 54 milhões em 2009 e espera chegar a US$ 77 milhões em 2010. Na entrevista abaixo, Aderaldo fala sobre cooperativas, metas e compradores árabes.
Diversificação - De acordo com o superintendente, o diferencial da Cocamar é a diversificação. "Trabalhamos com mais produtos industrializados que a média das cooperativas brasileiras, temos quatro marcas e itens como sucos, café, grãos, óleos e molhos em nossa linha. Sem falar que temos controle de todas as etapas de produção: do campo até a mesa dos consumidores." Sobre os países para os quais a cooperativa exporta, ele relaciona Alemanha, França, Inglaterra, Japão e África do Sul, entre vários outros. "O nosso maior entrave são as altas barreiras tarifárias impostas por determinados mercados, como a Europa. Por isso, muitas vezes compensa mais vender o suco concentrado para ser hidratado e finalizado lá fora do que comercializar o produto pronto, já com a nossa marca."
Árabes - Segundo José Cícero, os compradores árabes são cuidadosos, principalmente quanto à classificação e composição dos produtos, querem saber tudo o que vai na fórmula. "Já chegamos até a receber especialistas de países árabes em nossa unidade industrial em Maringá, só para conferir as nossas instalações e modo de produção." Sobre o que eles mais valorizam, a resposta é: produtos saudáveis, que levem proteínas e cálcio, no caso dos sucos, por exemplo. No que se refere ao sabor, o paladar deles está muito próximo do nosso, o gosto pelo sabor acentuado da fruta. (Agência Nacional Brasil Árabe-Anba)
CASTROLANDA: Agroleite 2010 já tem 90% dos espaços vendidos
O Agroleite 2010, principal evento do setor leiteiro nacional, que acontece de 10 a 14 de agosto, no Parque de Exposições Dario Macedo, em Castro (PR), já registra 90% dos espaços vendidos. O apoio das principais empresas do setor de nutrição animal, laboratórios, sêmen, ordenhadeiras, máquinas, implementos, agentes financeiros, prestadores de serviços, caminhões e automóveis já está garantido para esta edição. O destaque é para a Nutron, Sulinox, Tetra Pak, Sicredi e Cargill, patrocinadores ouro do Agroleite. "Nós abrimos a comercialização com 40% dos lotes já vendidos na edição anterior", conta o coordenador geral, José Hilton Prata Ribeiro.
Potencial produtivo - Em sua 10ª edição a feira, que terá como tema central a vitrine da tecnologia do leite no Brasil, vai destacar o potencial produtivo da região. "Castro consolida-se há vários anos em primeiro lugar como município de maior produção anual de leite, mantendo uma segura distância do segundo colocado, o município de Marechal Cândido Rondon", destaca Prata.
IBGE - De acordo com as estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Castro produziu em 2008, o volume de 138.383.000 de litros de leite. Os números de 2009/2010 ainda não foram divulgados. Em termos de tecnologia, o coordenador evidencia mais um motivo para a cidade ser denominada "capital do leite". "Nós estamos desenvolvendo há muitos anos um forte trabalho no controle sanitário, nossas normas são rigorosas, incentivamos o uso das tecnologias para que possamos manter o padrão total de qualidade", enfatiza.
Público - Nos cinco dias do evento são esperadas 42 mil pessoas. Em negócios a feira pretende comercializar R$ 10,5 milhões. Ao todo 120 empresas vão expor seus produtos e serviços. A feira ocupa uma área de 30 hectares. A organização do complexo onde será realizado o evento já foi iniciada. A programação inclui cinco dias de julgamentos, exposições, seminários, leilões e dinâmicas de campo. (Imprensa Castrolanda)
LEGISLAÇÃO: Comitê Contábil inicia discussão sobre Normas Internacionais
Discutir o impacto das Normas Internacionais de Contabilidade nas cooperativas. Este é o objetivo do encontro do Comitê Contábil Tributário que está reunido desde a manhã desta quarta-feira (12/05), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF). "Vamos aproveitar este fórum para trabalhar sugestões ao Projeto de Lei Complementar que dispõe sobre o adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo (PLP 271/05) na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados", disse Renato Nobile, secretário Executivo da Presidência da OCB, ao realizar a abertura da reunião.
Influência - Para otimizar as atividades, o Comitê está discutindo a influência das normas por ramo. O resultado dos debates será levado para plenária nesta quarta e quinta-feira (13/05). As discussões continuam em junho quando o fórum concluirá o trabalho e formatará um documento a ser disseminado entre as cooperativas de todo o País. "A adesão a estas normas emitidas pela International Accounting Standaards Board (IASB) - entidade internacional que trata do tema - vai gerar mais confiança dos investidores nas empresas brasileiras, estendendo-se às cooperativas", explica Edimir Santos, especialista da Gerência de Mercados da OCB. (Informe OCB)
RAMO CRÉDITO: Sicredi atinge R$ 10 bilhões em carteira de crédito e câmbio
O Sicredi está comemorando o fechamento do primeiro quadrimestre de 2010 com sua carteira de crédito e câmbio total acumulada em mais de R$ 10 bilhões, consolidando a quinta posição entre as maiores instituições de crédito rural do Brasil. De 2007 a 2009, a evolução foi de 68% no acumulado do crédito, fechando o ano passado com R$ 9,3 bilhões. O crescimento se deve, entre outros fatores, às operações originárias de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), que posicionou o Sicredi como a instituição financeira com o maior número de operações realizadas junto ao BNDES no ano passado. Até o fim de 2010, a meta é que a carteira de crédito e câmbio supere os R$ 12 bilhões. (Imprensa Sicredi)
RAMO SAÚDE I: Planos de Saúde e cooperativismo são discutidos na Câmara dos Deputados
A Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (11/05) seminário para tratar sobre planos de saúde e cooperativismo. Dentre os palestrantes convidados, estavam entidades de representação do setor, além dos deputados Dr. Talmir e Dr. Ubiali, membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
Lei 9.656 - O representante da Associação Médica Brasileira (AMB), Florisval Meinão, ressaltou a importância da Lei 9.656/1998 para o setor de planos de saúde. No entanto, Meinão considerou que ainda há um longo caminho a percorrer. Entre os conflitos ainda existentes no setor, o representante da AMB destacou o descompasso entre a evolução da medicina e o que é incorporado no rol de procedimentos dos planos de saúde, além da baixa remuneração dos médicos.
Fiscalização - Meinão afirmou que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) falha na fiscalização do setor. "A agência não cumpre com o papel que achamos que deva ser dela, de regular a relação entre as empresas e os prestadores de serviço. Ela insiste em dizer que seu papel é regular a relação entre associados e empresas, enquanto a relação entre prestadores e as empresas fica para a legislação como um todo".
Modelo organizacional - José Abel Ximenes, que representou a OCB e a UNIMED na reunião, afirmou que é necessário discutir qual modelo organizacional que o Brasil deve aplicar para minimizar os problemas da área da saúde. Ximenes lembrou ainda que o cenário da saúde brasileira tende a sofrer dificuldades, uma vez que a demanda pelo setor aumentará com o envelhecimento da população. Para ele, além de organizar um setor público forte, deve haver um investimento em um setor privado ou cooperativista, capaz de suprir as necessidades não oferecidas pelo Estado.
Distinção - Ximenes ressaltou, contudo, que as exigências previstas por lei devem levar em conta as distinções entre o setor privado e as cooperativas. Para o representante, o modelo de organização cooperativista na saúde é extremamente inovador e vem gerando interesse de diversos outros países. "O modelo cooperativista é o melhor modelo para se viabilizar o serviço de saúde no país", argumentou.
Subsídios - Autor do requerimento de realização do seminário, o deputado Dr. Talmir, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo, argumentou durante a reunião que o debate trouxe subsídios para a tomada de decisões dos parlamentares em prol de qualidade para os serviços público e privado de saúde. "A Constituição assegura o direito à saúde, mas isso não ocorre na prática. Se o nosso país tem dinheiro, então a saúde deve ser para todos. É interessante pensar numa gestão em que a população possa ter qualidade tanto na saúde pública quanto na saúde privada.", finalizou. (Informe OCB)
RAMO SAÚDE II: Luc Ferry ministra palestra no PR, com apoio da Unimed Curitiba
Com o apoio da Unimed Curitiba, a Universidade Positivo traz a Curitiba o filósofo francês, educador e ex-ministro da França Luc Ferry. Com o tema valores da vida,com base no seu livro Aprender a Viver, a palestra acontece no teatro Positivo, grande auditório, no próximo dia 20, às 20 horas. Luc Ferry foi ministro da educação da França de 2002 a 2004, durante o governo de Jean Pierre Raffarin. O filósofo foi mentor da polêmica lei proibindo os estudantes de usarem trajes religiosos nas escolas públicas francesas. Beneficiários Unimed Curitiba tem direito a meia entrada. Mais informações - 41 3317-3446.
Serviço - Palestra com Luc Ferry, Ex-Ministro da Educação da França / Dia 20/05 - 20h / Teatro Positivo - Grande auditório / Curitiba (PR). (Imprensa Unimed Curitiba)
SEGUROS: Faturamento da Unimed cresce 20% no primeiro trimestre de 2010
A Seguros Unimed - que representa os negócios da Unimed Seguradora e de sua controlada, a Unimed Seguros Saúde - faturou R$ 191,8 milhões no primeiro trimestre de 2010, 20% a mais do que no mesmo período de 2009 (R$ 159,8 milhões). O destaque foi a Unimed Seguros Saúde, cujo faturamento atingiu R$ 126,8 milhões. Na Unimed Seguradora, o faturamento ficou em R$ 65 milhões. O resultado operacional consolidado, no período, totalizou R$ 17,3 milhões, 10,9% a mais do que os R$ 15,6milhões de janeiro a março de 2009. A Unimed Seguros Saúde contribuiu com R$ 9,8 milhões (+14,9%), e a Unimed Seguradora com R$ 7,5 milhões (+5,9%).
Lucro líquido - O lucro líquido consolidado ficou praticamente estável: R$ 13,1 milhões no primeiro trimestre de 2009, e R$ 13,3 milhões em 2010 (+1,8%). As aplicações financeiras da Unimed Seguros Saúde avançaram, em relação ao mesmo período de 2009, 31% (reserva de seguros) e 29% (aplicações livres de vínculo junto a ANS), totalizando R$ 156,2 milhões (+30%). Na Unimed Seguradora, aumentaram, em média, 21%, totalizando R$ 559,1 milhões: R$ 50,1 milhões (Reserva - PP Tradicional); R$ 313,7 milhões (Reserva PGBL/VGBL); R$ 58,1 milhões (Reserva - Seguros); R$ 137,1 milhões (aplicações livres de vínculo junto a SUSEP). As aplicações financeiras consolidadas totalizaram, no trimestre, R$ 715,3 milhões (+23,2% sobre março de 2009).
Sobre a Seguros Unimed - A Seguros Unimed iniciou suas operações em 1989, com o objetivo de atender as demandas do Sistema Unimed, formado pelas 377 cooperativas, 107 mil médicos cooperados e 15 milhões de clientes em todo o Brasil. Atualmente, a empresa conta com 5,9 milhões de clientes, oferece 28 produtos nos segmentos de Vida, Previdência e Saúde e está entre as maiores do setor, sendo a 5ª em Saúde, 13ª em Vida e a 16ª em Previdência Privada. Com matriz em São Paulo e 26 escritórios regionais distribuídos pelo Brasil, a Seguros Unimed busca continuamente o aprimoramento de processos, o conhecimento das necessidades de seus clientes e o desenvolvimento de produtos conectados com o mercado. (Imprensa Seguros Unimed)
CÂMARA: Lupion ressalta papel estratégico do cooperativismo
Na manhã desta quarta-feira (12/05), o presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, deputado Abelardo Lupion (DEM/PR), recebeu a visita de uma comitiva de parlamentares da Comissão de Agricultura do Parlamento de Botsuana (África), um país que possui as mesmas características climáticas que o Brasil. O grupo fez perguntas sobre o programa de sanidade e de rastreabilidade brasileiro. Lupion explicou que o Brasil caminha para consolidar todo o seu território livre de febre aftosa. Acrescentou que a lei brasileira de rastreabilidade é avancada, pois contribui para massificar o controle de doenças.
Cooperativismo - Na oportunidade, o parlamentar, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), também ressaltou o papel estratégico do sistema cooperativista no desenvolvimento da agropecuária brasileira, convidando-os a conhecer a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). (OCB, com informações da CAPADR)
EXPOINGÁ: Ciclo RPC discute agroenergia
Com o tema "Agroenergia, Perspectivas Estratégicas", o Ciclo de Palestras RPC chega a Maringá (Noroeste). O convidado desta etapa é o pesquisador da Embrapa Soja Décio Gazzoni. A programação será desenvolvida no próximo sábado (15/05), dentro da agenda técnica da 38ª Exposição Agropecuária e Industrial de Maringá (Expoingá).A iniciativa é da Rede Paranaense de Comunicação (RPC) em parceria com a Organização das Cooperativas do Paraná (Sistema Ocepar) e a Federação da Agricultura do Paraná (Sistema Faep). Na edição de Maringá, somam-se à realização a Associação Maringaense de Engenheiros Agrônomos (Amea) e a Sociedade Rural de Maringá (SRM), além da Emater e da Associação de Produtores de Bionergia do Paraná (Alcopar).
Ciclo - A RPC já levou o ciclo para Cascavel (Oeste), durante o Show Rural, em fevereiro, e para Londrina (Norte), na ExpoLon-drina, em abril. As próximas etapas ocorrem em agosto, na Agroleite, em Castro (Campos Gerais), e novembro, na ExpoPato, em Pato Branco (Sudoeste). Em julho, fora do circuito de feiras, a ciclo promove ainda um evento sobre varejo, previsto para Cascavel. O objetivo da RPC é levar informação e fomentar o debate do agronegócio. A partir de características e demandas regionais e estaduais, a intenção é estabelecer um fórum de discussão mais crítico e analítico do setor, envolvendo todos os elos da cadeia, do produtor à liderança, passando pela pesquisa, extensão e agroindústria, destaca Giovani Ferreira, do Núcleo de Agronegócio da RPC.
Serviço - Ciclo de Palestra RPC, sábado, 15 de maio, às 9h30, no auditório da SRM, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro. Após as discussões haverá uma confraternização na Casa do Criador. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. Inscrições pelo telefone (44) 3261-1700 ou e-mail rsvp@rpc.com.br. (Gazeta do Povo)
AUDIÊNCIA PÚBLICA: Política Nacional de Abastecimento é debatida no Senado
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal realizou audiência pública nesta terça-feira (11/05) para discutir o Projeto de Lei do Senado (PLS) 51/2008, que institui a Política Nacional de Abastecimento (PNA). Foram convidados para o encontro especialistas e representantes do governo, que informaram aos ouvintes o objetivo da PNA, garantir segurança alimentar à população, bem como acesso à energia, medicamentos e água potável.
Garantia - O diretor de Operações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rogério Colombini, afirmou que a PNA é importante tanto para a agricultura familiar quanto para a empresarial, pois garantirá que o alimento chegue aos supermercados com segurança e preço bom, em condições de satisfazer tanto consumidores quanto produtores.
Alimentos saudáveis - Na opinião da coordenadora geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Beatriz Vasconcelos, a Política Nacional de Abastecimento deve promover a necessária relação entre alimentação, nutrição e saúde. "Precisamos assegurar uma política de abastecimento que possa garantir a oferta de alimentos saudáveis para impactar com segurança nos níveis de saúde da nossa população", explicou a representante do Ministério da Saúde.
Segurança hídrica - Já o coordenador de Articulação e Comunicação da Agência Nacional de Águas (ANA), Antônio Felix Domingues, defendeu a preocupação com a segurança hídrica do País. Ele lembrou que o Brasil não tem problema com oferta de água, tanto para uso da população, como para agricultura irrigada, mas tem problema com o esgoto, que é jogado sem tratamento nos mananciais. "Estamos com uma verdadeira bomba de efeito retardado, devido ao esgoto que é despejado nos mananciais que abastecem nossas metrópoles", ressaltou o especialista da ANA.
Presenças - lém dos convidados, a audiência contou com a participação de senadores membros da comissão, que alertaram sobre a qualidade da água que chega às casas brasileiras, a falta de comprometimento do governo em assegurar saúde à população e a inadequação de recursos utilizados para a irrigação nas áreas rurais.
Tramitação - O PLS 51/2008 já foi aprovado nas comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT); de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e de Serviços de Infraestrutura (CI) no Senado, na forma de substitutivo, e está em análise na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Para a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a matéria estimula o desenvolvimento de cooperativas no setor agropecuário, beneficiando, assim, a criação de novas sociedades nesse ramo. (OCB, com informações da Agência Senado)
OCESC: Uso da mídia digital na comunicação cooperativista é debatido em SC
As possibilidades da mídia digital e seu emprego nas assessorias de comunicação de sociedades cooperativas foram os temas que reuniram jornalistas, relações públicas e outros profissionais da área no 6º Encontro de Assessores de Comunicação do sistema cooperativista catarinense, nesta semana, em Florianópolis (SC). O encontro foi promovido pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), com o apoio da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a participação de 30 comunicadores, entre eles, o jornalista e coordenador do setor de Imprensa e Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, convidado a participar do evento.
Workshop - Em forma de workshop, o encontro teve como palestrante e instrutora a professora Pollyana Ferrari, jornalista e doutora em Ciência da Comunicação pela Universidade de São Paulo, e como coordenador, o assessor de Comunicação do Sistema Ocesc-Sescoop/SC, Marcos Antonio Bedin. "Os assessores devem experimentar novos formatos jornalísticos que potencializam as novas tecnologias", ressaltou Pollyana. Destacou que a internet é um ambiente aberto por excelência e novas invenções surgem dia após dia, com ferramentas para enriquecer a experiência do usuário. "Antes o usuário era espectador, agora, é publicador e protagonista da ação. Em razão da natureza de compartilhamento e troca, os jornalistas deixarão de ser os mediadores entre as organizações e seus diversos públicos", complementou.
Ferramentas e estratégias - As ferramentas e estratégias para a internet como aliadas no esforço de comunicação interna e externa das cooperativas também foram estudadas. Nesse cenário, priorizou-se o emprego das redes sociais que buscam aumentar a integração de seus colaboradores e o fluxo de informações entre suas divisões, departamentos e cooperativas, fortalecendo as funcionalidades e recursos existentes nos conteúdos oferecidos pela Assessoria de Imprensa. "Tornou-se imperioso gerar ambientes de troca de informações, de experiências e casos de sucesso beneficiando cooperados, dirigentes, trabalhadores e a sociedade em geral", enfatizou. O workshop teve como pano de fundo o fenômeno da Web 2.0, definida como a segunda geração de serviços disponíveis na internet, o que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online. (Ocesc)
MEIO AMBIENTE: Manter as florestas nativas sem prejudicar a agricultura está em debate
A integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputada Rebecca Garcia, está promovendo um ciclo de debates no sentido de articular um arcabouço legal em nível nacional, para a implementação de atividades e projetos de Reduções de Emissões do Desmatamento e Degradação Florestal (REDD). Por isso, foi realizada audiência pública, nesta terça-feira (11/5), na Câmara dos Deputados, para debater o PL nº 5586/ 2009, que visa regulamentar um modelo nacional de REDD. O assunto foi tratado no programa OCB no Congresso desta quarta-feira (12/5), na RádioCoop. (Informe OCB)
AGRONEGÓCIO: Exportações de abril registram recorde para a média do mês
Os embarques de produtos agropecuários totalizaram, em abril, US$ 6,373 bilhões, um recorde na série histórica do quarto mês do ano. O valor é 16,2% superior ao mesmo período de 2009. Com o montante importado de US$ 994,4 milhões, o superávit da balança comercial do agronegócio foi de US$ 5,378 bilhões. O diretor de Promoção Internacional do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, enfatiza que o resultado supera em 11% o de abril de 2008. "Naquele mês, o total foi de US$ 5,722 bilhões, caracterizando o melhor da série histórica. Até mesmo o acumulado de janeiro a abril foi 6% superior ao primeiro quadrimestre daquele ano, considerado excepcional para o agronegócio", informou.
Desempenho - O bom desempenho das vendas externas de abril foi puxado pelo complexo sucroalcooleiro (35,9%), produtos florestais (27,9%), complexo soja (7,6%), carnes (14,8%), couros e seus produtos (63,1%), café (18,5%), fumo e seus produtos (30,1%) e animais vivos (64,8%).
Destaque - O destaque fica por conta do complexo sucroalcooleiro, cujas exportações apresentaram crescimento de 35,9% (passando de US$ 498 milhões para US$ 677 milhões). A alta é resultado do aumento dos preços do açúcar (55,1%) e do etanol (67,2%), uma vez que a volume exportado de açúcar aumentou apenas 4,3% e a quantidade embarcada de etanol teve redução de 86,1%, em relação a abril de 2009. O valor embarcado de açúcar totalizou US$ 655 milhões, 61,8% superior a 2009. O montante das vendas internacionais de etanol diminuiu 76,7%, totalizando US$ 22 milhões.
Destinos - Na análise por destinos, os valores exportados aumentaram para a maioria dos blocos econômicos e regiões: União Europeia (3,2%), Ásia (14,2%), Nafta (25,9%), Oriente Médio (14,9%), Europa Oriental (100,2%) e Mercosul (33,8%). Taxas positivas de variação também predominaram na maioria dos países. Destacaram-se as vendas para Tailândia (97,8%), Rússia (96,6%), Venezuela (84,3%), Irã (49,9%), Argentina (42%), Arábia Saudita (32,6%) e China (31,9%).
Acumulado do ano - Nos primeiros quatro meses de 2010, os embarques totalizaram US$ 20,864 bilhões, o que significou crescimento 15,4% em relação ao valor exportado no mesmo período de 2009. As importações também apresentaram variação positiva (29,7%), totalizando 4,031 bilhões. O saldo comercial do agronegócio aumentou de US$ 14,969 bilhões para US$ 16,832 bilhões. Vale ressaltar que os embarques de janeiro a abril de 2010 também foram recorde na série histórica de primeiros quadrimestres, desde 1997. (Mapa)
PLANO SAFRA 2010/11: MDA anuncia R$ 16 bilhões para a agricultura familiar
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) confirmou nesta quarta-feira (12/05) que o Plano Safra da Agricultura Familiar 2010/2011 terá recursos de R$ 16 bilhões, aproximadamente R$ 1 bilhão a mais do que plano anterior. A agricultura familiar passará ainda a ter R$ 1 bilhão para a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). As medidas atendem parte da pauta de 223 reivindicações apresentadas nos últimos dias por integrantes do movimento do Grito da Terra a diversos órgãos do governo. (Valor Econômico)
COMMODITIES: Apetite da China ajuda a sustentar preço do milho
A elevação da demanda da China por milho americano garantiu a alta das cotações do grão nesta quarta-feira (12/05) na bolsa de Chicago. No último mês, os chineses adquiriram pelo menos 15 carregamentos do produto colhido nos EUA, oferecendo sustentação aos preços mesmo com as turbulências financeiras europeias. Nesta quarta-feira (12/05), em Chicago, os contratos com vencimento em julho (que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez) fecharam a US$ 3,7825 por bushel, ganho de 1,25 centavo. A alta foi limitada por vendas lideradas por produtores, de acordo com a agência Dow Jones Newswires.
Pontual - Segundo o analista Paulo Molinari, da Safras&Mercado, esse recente apetite chinês por milho no mercado internacional é pontual. Assim, o Brasil, que precisa elevar seus embarques, só conseguirá aproveitar a onda se o governo promover logo leilões de PEP (prêmio para escoamento da produção). O PEP é um instrumento que embute subsídio ao frete e foi criado para viabilizar a comercialização de áreas com logística difícil, como Mato Grosso. Em 2009, foi o PEP que permitiu ao país exportar 7,8 milhões de toneladas.
Compra - Molinari diz que a China está importando mais porque em 2009 o governo comprou o cereal dos produtores para garantir preços e enxugou demais o mercado. Estima-se que o país vai comprar até 4 milhões de toneladas este ano. A China tem estoque de 53,3 milhões de toneladas, consumo de 155 milhões e deve produzir 166 milhões em 2010/11. (Valor Econômico)
CREA/PR: Conselho Regional de Engenharia promove eleição para inspetores
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (Crea-PR) realiza, entre os dias 21 e 25 de junho, as eleições para a escolha de inspetores para o período de julho de 2010 a dezembro de 2011. Os interessados em concorrer à função devem se inscrever até o dia 8 de junho somente pela internet, no site www.crea-pr.org.br, no ícone Eleição Inspetores, dentro da área restrita do profissional. "Ressaltamos que a eleição será via internet e os profissionais terão acesso à votação utilizando senha pessoal de acesso aos serviços on line. Alertamos que os profissionais que ainda não solicitaram ou validaram sua senha no Crea-PR poderão fazê-lo por meio do site do Conselho ou pelo fone 0800-410067", informou o coordenador do Crea-PR, Luiz Antonio Caldani.
Função - De acordo com informações divulgadas no site do Crea-PR, o inspetor é o profissional voluntário designado pelo Crea para, junto à sua comunidade, melhorar a eficiência da ação fiscal, em defesa do exercício profissional e da sociedade. Ele representa a presidência do Crea junto aos demais profissionais de sua circunscrição e de sua comunidade profissional. Sua ação afetará a sua comunidade profissional, a corporação em nível estadual e até nacional, bem como a sociedade como um todo. É um delegado corporativo que deverá estar atento às necessidades, anseios e práticas do seu ambiente social de atuação. O ispetor será um observador da conduta de seus pares, tanto da ética como da administrativa. Deve, por exigência legal e moral, estar em dia com suas obrigações e gozar de ilibada reputação.
Papéis do Inspetor - O contato do Inspetor com o Conselho, do qual tem a delegação, deverá ser permanente, a ele devendo se reportar e com ele dialogar periodicamente. Sua conduta correta e pró-ativa deverá ser fundamento balizador de seu papel ante os colegas. Seu compromisso é com a profissão e com cada um de seus titulares: os profissionais.
Quem pode ser inspetor - Pode atuar na função o profissional em situação regular perante ao Sistema Confea/Creas, que possua residência fixa na jurisdição da Inspetoria do Crea-PR e lá resida durante o seu mandato. Preferencialmente, não devem acumular cargos dentro do Sistema. Também não podem acumular mais de dois mandatos consecutivos, devendo haver, neste caso, um interstício de um mandato para nova reeleição. O desempenho desta função é voluntário e não remunerado.
AEAPR/CURITIBA: Curso vai abordar Excel para finanças no agronegócio
A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná-Curitiba (AEAPR-Curitiba) promove o curso "Excel para finanças no agronegócio". Será nos dias 04 de junho, das 19h às 22h30, e no dia 05 de junho, das 8h às 17h30, na sede da AEAPR-Curitiba, localizada à rua Prof. Nilo Brandão, 551, no bairro São Lourenço, em Curitiba. O curso será ministrado por Ricardo de Assis Perina, economista e engenheiro agrônomo; mestre em Economia aplicada pela ESALQ-USP e professor dos cursos de MBA na ESALQ-USP e FGV. É consultor em agronegócio e produtor rural. As inscrições ao curso podem ser feitas pelo endereço eletrônico http://www.crea-pr.org.br/crea2/html/assessoria_comunicacao/pro_crea/index.htm .
De acordo com os organizadores, a ideia é mostrar aos interessados em finanças do agronegócio, a aplicação prática de planilhas eletrônicas e das ferramentas computacionais disponíveis no Excel.
Informações - Mais informações sobre os próximos cursos e eventos da AEPR-Curitiba no site www.aeaprcuritiba.com.br.
MERCOSUL: Expectativa de barreiras argentinas gera reação
Apesar de ainda não ter sido oficializada, a notícia de que a Argentina pretende impor novas barreiras alfandegárias a uma série de produtos alimentícios está provocando apreensão em alguns segmentos da economia brasileira - em especial as que comercializam derivados de milho, carne de frango e suíno. Entidades defendem que o Brasil pressione o sócio no Mercosul e restrinja a importação de produtos argentinos. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ordenou que o embaixador em Buenos Aires, Ênio Cordeiro, elevasse o tom.
Recado - Segundo o Itamaraty, Cordeiro se encontrou nesta quarta-feira (12/05) à tarde em Buenos Aires com o subsecretário de Integração Econômica da Argentina, Alfredo Chiara, para repassar o recado do governo brasileiro. Apesar de ainda não confirmados, os rumores de novas medidas protecionistas por parte das autoridades argentinas também acenderam a luz amarela no governo, que busca recuperar mercados para as exportações em ano de forte aumento das compras brasileiras no exterior.
Rumores - As informações a respeito das barreiras começaram a circular porque o secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, teria comentado com supermercadistas que proibiria a entrada de produtos alimentícios não frescos que concorrem diretamente com os similares daquele país. A ideia seria colocar a medida em prática no dia 1º de junho, com fiscalizações nos supermercados marcadas para começar no dia 10, mas caminhões brasileiros já estariam sendo impedidos de entrar na Argentina.
Barrados - O diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Martins, garantiu que quatro carregamentos foram barrados na Aduana de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. As cargas de massas de tomate, milho em conserva, chocolate, chips e outros elaborados e semi-elaborados brasileiros estariam na fronteira gaúcha desde a última segunda-feira (10/05). Em Foz do Iguaçu, outra importante rota regional, não há registro de caminhões parados. "As restrições não têm sentido", queixou-se Martins afirmando que não existe nenhuma justificativa racional para essa nova investida: "O comércio bilateral anda bem, superados os problemas das licenças não automáticas do ano passado; além disso, a Argentina tem superávit comercial no setor de bebidas e alimentos".
Paraná- A Argentina é o segundo maior parceiro comercial do Paraná. Em 2009, somou 10,37% das negociações feitas pelo estado com o exterior. No total das importações (US$ 1,3 bilhão) e exportações (R$ 860 milhões), os vizinhos ficaram atrás apenas da China, que acumulou um fluxo de comércio de R$ 2,5 bilhões ou 12% do comércio exterior paranaense. Na lista de produtos mais vendidos ao vizinho estão automóveis, tratores, peças, papel, derivados do ferro e refrigeradores, todos fora da esperada lista.
Queda de braço comercial é histórica - A histórica disputa comercial entre o Brasil e a Argentina dentro do Mercosul tem se intensificado desde 2002. Nos últimos dois anos, a ameaça da crise econômica mundial fez com que alguns países adotassem medidas restritivas a fim de proteger suas indústrias. No bloco, a crise serviu de argumento para aumentar as retaliações, afastando cada vez mais a posição do Mercosul da ideia de um autêntico mercado comum.
Lista - Em outubro de 2008, por exemplo, a aduana argentina anunciou a inclusão de 120 produtos em uma lista de quase 22 mil itens que passariam a ter maior rigor na importação. No alvo, estavam os produtos brasileiros de origem têxtil e os eletrodomésticos. Três meses depois, o país vizinho adotou licenças não automáticas para a entrada de pneus e multiprocessadores de alimentos. Restrições tarifárias afetaram também tubos de aço e ferro e a proteção aos têxteis tiveram um novo reforço
Mudanças - Em uma tentativa de reverter as sanções do país vizinho, o Brasil anunciou no fim do ano passado mudanças no sistema de importação de produtos argentinos. Vinho, azeite, azeitona, farinha de trigo e frutas, antes com licenças automáticas, passaram a ter de requerer a autorização junto à Secretaria de Comércio Exterior (Secex). É por essas e outras que as supostas recomendações do ministro do Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, para que os supermercadistas do país vizinho deixem de importar bebidas e alimentos industrializados semelhantes aos produzidos no país não são tão surpreendentes - mas nem por isso menos preocupantes. (Gazeta do Povo, com Agências)
IBGE: Vendas no comércio do Paraná crescem 13,4% no primeiro trimestre
O comércio varejista paranaense cresceu 13,4% no primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice no Paraná foi superior ao registrado no país, de 12,8%. O mês de março foi o último analisado pelos pesquisadores do IBGE. Neste período, as vendas no comércio do estado aumentaram 16,7% em relação a março do ano passado. No Brasil, registrou-se aumento de 15,7%. Na comparação com fevereiro, o crescimento foi de 1,76%.
Setores - Os setores com o melhor desempenho no terceiro mês do ano foram os de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (saldo positivo de 75,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (25,4%), além de móveis e eletrodomésticos (23,4%). A área de combustíveis e lubrificantes foi a única a apresentar balanço negativo em março: - 2,2%. Segundo o secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, o Paraná exportou US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2010.
Outros estados - Em comparação com o mesmo período do último ano, todos os estados brasileiros apresentaram crescimento em março. Os maiores índices foram registrados em Tocantins (alta de 48,9%), Rondônia (31,7%) e Acre (31,5%). O menor crescimento ocorreu no Amazonas, com 8,7%.
Indústria - Na última sexta-feira (07/05), o IBGE divulgou estudo que mostrou que a maior expansão da produção industrial no país em março foi registrada no Paraná: 18,6%. A comparação foi realizada com o mês de fevereiro. A produção cresceu em 12 dos 14 locais pesquisados. No conjunto das regiões, a alta foi de 2,8%. (Gazeta do Povo)
CRESCIMENTO: Governo espera alta de até 8,5% do PIB no 1º trimestre
O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse nesta quarta-feira (12/05) que o governo espera um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 7,5% a 8,5% no primeiro trimestre, em relação ao quarto trimestre, já com ajuste sazonal. No entanto, ele afirmou que esse ritmo de crescimento não deve se manter ao longo do ano. "Todo mundo sabe que o PIB do primeiro trimestre vem forte, com um crescimento anualizado de mais de 8%, no mesmo nível do período anterior, mas sabemos que entrando o terceiro trimestre vai dar uma desacelerada", afirmou ao chegar ao Senado, onde participa de audiência pública sobre a criação do Fundo Social do pré-sal.
Divulgação - Segundo Barbosa, o governo irá aguardar a divulgação do PIB do primeiro trimestre em junho para fazer uma revisão mais fina de sua projeção para o ano. Ele antecipou que, no decreto de programação orçamentária, a ser divulgado no próximo dia 20, a previsão do governo será elevada de 5% para algo entre 5,5% e 6%. Na semana passada, o secretário havia estabelecido um teto de 6,5%.
Estímulos - Barbosa explicou que os resultados do quarto trimestre de 2009 e do primeiro trimestre de 2010 refletiram todos os estímulos do governo à economia, como a redução de tributos e o aumento do gasto com funcionalismo, que, segundo ele, já está caindo. O secretário disse ainda que haverá um aumento da arrecadação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e demais impostos, como reflexo da retirada desses incentivos. "Vamos continuar crescendo, mas com uma taxa mais desacelerada", afirmou.
Vendas - Ele disse que o resultado das vendas no varejo em março ainda é influenciado pelas vendas de automóveis naquele mês, quando havia redução de IPI. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do comércio varejista subiram 1,60% em março na comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal, e aumentaram 15,70% ante março de 2009. De acordo com Barbosa, já há sinais de desaceleração do crescimento em abril, em função da retirada de estímulos.
Longo prazo - Barbosa confirmou que o governo está discutindo formas de desenvolver fontes privadas de financiamento de longo prazo para que essa atribuição não recaia somente sobre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, o banco teve um papel importante durante a crise na manutenção de projetos e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas, com a normalização da economia, o governo espera ter fontes privadas de financiamento mais relevantes.
Instrumentos - Dois instrumentos anunciados recentemente são importantes para que isso ocorra: a criação das Letras Financeiras e a reformulação do sistema de seguro e garantia. Segundo ele, esse segundo item, que foi anunciado semana passada durante a divulgação do pacote de ajuda ao setor exportador, acaba estimulando o financiamento doméstico.
Carga tributária - O secretário afirma, no entanto, que não deve haver este ano redução de carga tributária para financiamentos de longo prazo. Segundo ele, esta é uma agenda de médio e longo prazo, mas a redução de tributos não está na mesa por questão fiscal. Ele acredita que esse é um tema para 2011. "O fato de não haver espaço para redução de tributos não quer dizer que não podemos avaliar o assunto", disse. (Agência Estado)
NEGÓCIOS: Produção agrícola será tema de feira em SP
A UBM Brazil lança no mercado Latino americano o evento líder mundial em crop production, Crop World South America 2010 - Feira e Congresso Internacional de Negócios, Ciência e Tecnologia em Produção Agrícola - que acontecerá nos dias 23 e 24 de Agosto no Centro de Convenções AMCHAM em São Paulo, paralelamente ao evento Informex Latin America, para a indústria química. Organizado há mais de 30 anos na Europa pelo BCPC - British Crop Production Council - e agora no Brasil, Crop World South America 2010 irá reunir Congresso Internacional e Exposição em formato table-top, proporcionando uma oportunidade única para aprendizado, troca de conhecimentos e networking para toda indústria envolvida no complexo mundo da produção agrícola, incluindo responsáveis por pesquisa, compras, produção de ingredientes sustentáveis, agroquímicos, cientistas, consultores, economistas e especialistas da indústria.
Tópicos - Segurança alimentar, mudanças no clima, fatores climáticos e regulatórios que afetam a produção agrícola, o futuro dos OGM, agroquímicos, fertilizantes, fitossanitários, pesticidas, sementes e nutrientes agrícolas, utilização de água e irrigação são apenas alguns dos tópicos que serão abordados. O Programa de Conferências também irá destacar toda cadeia de produção de alimentos, novos produtos, aplicação e formulação de pesticidas, armazenamento, novas tecnologias e políticas para a produção agrícola.
Programa - O evento terá um programa de conferências de dois dias, focando estratégia e conteúdo científico, organizado pela matriz da UBM na Europa e UBM Brazil, além do apoio das principais entidades do segmento, como Andef, Sindag e Crop Life Latin America. A indústria química brasileira está entre as 10 maiores do mundo e em 2008, o Brasil assumiu a liderança no consumo mundial de agroquímicos, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Além disso, os desafios esperados para as próximas décadas fizeram com que os produtores agrícolas estivessem focados no abastecimento alimentar mundial. Em 2030 o mundo vai demandar 50% mais alimentos, 30% mais água e 50% mais energia. A pressão colocada sobre o abastecimento global de alimentos, a partir desta demanda, sem dúvida pode ser ampliada quando associada a outros fatores, como mudança climática e escassez de água.
Andef - De acordo com José Annes, Gerente de Educação e Treinamento do Andef, cerca de 40% da produção de alimentos seria perdida se as tecnologias existentes não estivessem no alcance do produtor rural: "A agricultura no Brasil é responsável pelos alimentos que estão disponíveis na mesa do consumidor brasileiro, que precisam conhecer os grandes benefícios que o agricultor e a indústria de agroquímicos trazem a eles, seja através de tecnologias ou através de alimento em sua mesa. Assim, vislumbramos que este evento trará ótimos resultados, como por exemplo: novos investimentos, ciência e acima de tudo tecnologia ao país. Esta iniciativa necessita, sem dúvida de apoio, pois é através de inovação que possibilitamos mudanças que geram oportunidades. A Andef apóia incondicionalmente e gera expectativas, não somente do ponto de vista de negócios, mas como abertura de discussões importantes que podem nortear o futuro da ciência agroquímica", completa Annes.
Soluções inovadoras - "Essas projeções certamente indicam que há uma oportunidade muito grande para nossos expositores, no sentido de oferecerem novas tecnologias e produtos para a indústria de agroquímicos", disse Cassiano Facchinetti, gerente do evento no Brasil. "A posição da Crop World South America faz deste evento uma escolha natural para os compradores que estarão buscando soluções inovadoras em produtos para este setor, além de oferecer um espaço para discussão, durante o congresso que acontecerá paralelamente à exposição". A UBM Brazil é uma divisão da United Business Media Limited (UBM), empresa líder global em mídia de negócios. Sediada em Londres e presente em mais de 30 países, a UBM é provedora de negócios para diversos mercados. O grupo, que conta com 6,5 mil funcionários, aproxima compradores e fornecedores em todo o mundo por meio de eventos especializados e de mídias impressas e eletrônicas. No Brasil é a terceira maior organizadora internacional de eventos.
Serviço - Outras informações a respeito deste evento podem ser obtidas com Cassiano Facchinetti - pelo endereço eletrônico: cfacc@ubmbrazil.com.br UBM Brazil, telefone (11) 4689.1935 ou ainda nas seguintes home pages: www.crop-world.com - www.informex.com - www.informexlatam.com.br
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