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TÉCNICO E ECONÔMICO: Fórum reúne especialistas nesta sexta (21), em Curitiba
O coordenador geral da área de cereais e culturas anuais da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Sílvio Farnese, será um dos palestrantes do Fórum Financeiro e de Mercado 2010, evento promovido pelo Sistema Ocepar que acontece nesta sexta-feira (21/05), em Curitiba. Farnese vai falar sobre as diretrizes do Plano Agrícola e Pecuário 2010/11; perspectivas de mercado para o milho; novas normativas para os leilões de PEP (Prêmio de Escoamento da Produção) e programação de apoio governamental para o milho e trigo. Também estará presente Glauco Monte, da FCSTONE, que vai abordar as perspectivas de mercado para a soja e estratégias de gerenciamento de riscos em commodities agrícolas.
Cenários - A programação do Fórum inclui ainda a apresentação da palestra "Cenários macroeconômicos: perspectivas e proteções" por Juan Jensens, da Tendências Consultoria Integrada. O gerente de Desenvolvimento e Autogestão do Sescoop/PR, Gérson Lauermann, fecha a programação, abordando o cenário econômico e financeiro das cooperativas agropecuárias paranaenses e os indicadores de gestão. O evento é dirigido aos diretores, gerentes e analistas da área comercial e financeira das cooperativas do estado do Paraná.
Informações - Mais informações sobre o evento com Leandro Macioski (leandro@ocepar.org.br / 41- 3200 1128); Devair Mem (devair@ocepar.org.br / 41- 3200 1131) ou Flávio Turra (flavio@ocepar.org.br / 41 3200 1110).
EMATER: Presidente da Coamo é Personalidade Extensionista
O presidente da cooperativa Coamo, José Aroldo Gallassini, foi premiado pelo Instituto Emater como Personalidade Extensionista, na categoria empresarial. A homenagem ocorreu nesta quarta-feira (19/05), em Curitiba, em evento comemorativo aos 54 anos de fundação da entidade e que contou ainda com a presença do superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. No setor público, o homenageado foi o pró-reitor de Extensão e Cultura da Unicentro, e extensionista entre 1978 e 2004, Jorge Luiz Fávaro. Também recebeu um troféu o governador Orlando Pessuti. De acordo com o presidente do Instituto Emater, Arnaldo Bandeira, a honraria foi concedida como uma prova do reconhecimento e manifestação de orgulho dos dirigentes e servidores do Instituto aos companheiros que já deixaram a instituição e que se destacaram em outros setores, contribuindo para o desenvolvimento do Estado e a melhoria da sociedade. Gallassini atuou entre os anos 60 e 70 como extensionista da então Acarpa (Associação de Crédito e Assistência Rural do Paraná), hoje Instituto Emater.
Agradecimento - Ao agradecer a homenagem, o presidente da Coamo lembrou o início de sua carreira como extensionista, após ter se formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Paraná. Galassini acredita que o conhecimento sobre cooperativismo adquirido quando ainda era funcionário da então Acarpa foi fundamental para o trabalho desenvolvido na sequência e que deu origem à cooperativa Coamo, atualmente uma das maiores da América Latina, com mais de 22 mil associados e cinco mil funcionários.
Cooperativismo - Pessuti enfatizou a importância do trabalho da Emater para o desenvolvimento da agricultura no Paraná. "O instituto teve uma contribuição decisiva para que pudéssemos transferir aos agricultores do Paraná um conjunto de informações e tecnologias que possibilitassem esta agricultura e pecuária exemplar que temos hoje. Temos um alto índice de produtividade e o melhor sistema cooperativista de nosso país", ressaltou. "Sinto-me honrado em fazer parte desta grande escola que é a Emater. Em 1979, quando ingressei, pude acompanhar de perto as necessidades dos agricultores. A partir daí ingressei na carreira política, que foi a melhor maneira que encontrei de ajudar no desenvolvimento da agricultura. Em toda minha trajetória nunca me afastei de minhas convicções de trabalhar para o aprimoramento da extensão rural", destacou Pessuti.
Extensão no PR - De acordo com Bandeira, desde o inicio da instituição passaram pela Emater oito mil extensionistas rurais em seu quadro de funcionários. Para o diretor-presidente, a área está em ascensão. "Trata-se de um momento de reconstrução e fortalecimento deste serviço tão importante para a agricultura. Passamos pela década de 1990 esquecidos. Nos anos 2000 o serviço foi restabelecido e surgiram importantes programas de desenvolvimento da agricultura, como o Trator Solidário e o Leite das Crianças", explicou. Bandeira ressaltou a importância de políticas públicas orientadas para a agricultura familiar. "No governo Requião -Pessuti, em 2003, foram retomados os investimentos na área da agricultura. As ações foram voltadas para o centro expandido, para o fortalecimento de programas de apoio a pequena agricultura. Esta visão do governo estadual de fortalecer a nação tem sido fundamental para o desenvolvimento do Paraná", afirmou.
Seab - "O Paraná foi desbravado pela Emater. A atividade agrícola assistencial pela extensão rural ganhou força na década de 1970, com o trabalho da Emater. Devemos muito aos profissionais que por meio de seu apoio técnico ajudaram a desenvolver o Paraná", afirmou o secretário da Agricultura, Erikson Chandoha. A Emater oferece assistência técnica e orientação aos agricultores, desde o processo de produção, qualificação da produção, industrialização, agregação de valor e organização dos agricultores. "Políticas públicas aliadas à orientação técnica criam as condições técnicas favoráveis ao processo de desenvolvimento", disse Chandohá. O secretário destacou os bons resultados da assistência rural. "A agricultura rural depende do governo, ela deve ser assistida diuturnamente. Nas décadas de 1970 não existiam políticas públicas voltadas a esta área. Hoje estamos recuperando o tempo perdido. Hoje vemos jovens retornando ao campo, graças as oportunidades de trabalho, novas escolas, universidades, que garantem uma vida de qualidade", frisou.
Publicação - A Emater lançou, durante o evento, duas publicações: "Emater em Revista", dirigida a formadores de opinião da agricultura e parceiros da extensão rural; e o segundo volume do livro "Estratégias Metodológicas da Extensão Rural do Paraná". (Com informações da AEN)
RAMO CRÉDITO: Sicredi Campos Gerais abrange mais 14 cidades
A Cooperativa Sicredi Campos Gerais vai expandir a área de atuação, passando de 17 para 31 municípios. Isso vai ocorrer após incorporação da Cooperativa Sicredi Vale do Ribeira, localizada em São Paulo. A deliberação final a respeito incorporação acontecerá no dia 1º de junho, em Ponta Grossa, a partir das 11 horas, no Estrela de Prata Executive. O superintendente regional da Sicredi Campos Gerais, Márcio Zwierewicz, explica que dentro da área de atuação da Cooperativa Sicredi Vale do Ribeira - com 14 municípios - apenas uma cidade possui unidade de atendimento do Sicredi e está localizada em Registro, com 1,2 mil associados. "Essa expansão da Sicredi Campos Gerais é importante como sistema, já que conseguimos nos fortalecer. Quantos mais municípios ocuparmos, mais ganhamos em escala e conseguimos diluir custos", explica.
Novas unidades - Ainda neste ano, a Cooperativa Sicredi Campos Gerais ganha duas novas unidades, sendo uma delas em Registro - já existente - e outra em Itaperuçu, onde será aberta unidade de atendimento. Atualmente, a Sicredi Campos Gerais abrange uma área de atuação de 17 municípios, sendo que o Sicredi está presente em 10 deles. "Ao todo são 14 unidades de atendimentos", explica. As unidades da Sicredi Campos Gerais estão localizadas em Ponta Grossa - com três unidades - Castro (com duas), Palmeira, Witmarsum, Carambeí, Piraí do Sul, Ivaí, Ipiranga, Tibagi, Ventania e Curiúva. "No Paraná somos a maior rede financeira em número de municípios atendidos, com mais de 300 pontos de atendimento", frisa. Já no âmbito nacional, o Sicredi está presente em 10 estados da federação, com mais de 1,1 mil pontos de atendimento e 1,5 milhão de associados.
Avanço - Com a incorporação da Cooperativa Sicredi Vale do Ribeira, a área de atuação da Sicredi Campos Gerais vai avançar para 31 municípios, dos quais estará presente em 11 deles, com 15 unidades - sem contar a unidade de Itaperuçu, que deve ser inaugurada até o final deste ano. Ao todo serão 18 mil associados, sendo administrado em recursos (depósitos) R$ 160 milhões e mais de R$ 100 milhões na carteira de crédito. "Possuímos todos os serviços bancários, porém com diferenciais de custos por sermos cooperativa", finaliza Zwierewicz. (Jornal da Manhã)
C.VALE: Desempenho e rumos da cooperativa serão discutidos com associados
Entre os dias 24 de maio e 23 de junho, a diretoria da C.Vale estará promovendo uma rodada de reuniões com associados para apresentar o desempenho da cooperativa nesses primeiros meses de 2010 e definir junto com o quadro social os rumos da cooperativa, sediada em Palotina, Oeste do Estado. Serão 12 encontros com cooperados do Paraná. Durante as reuniões, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, abre todos os dados da cooperativa. Segundo ele, é importante o associado participar e acompanhar os números que eles estão ajudando a construir.
Programação - A rodada de reuniões inicia com os associados do Bairro Catarinense, no dia 24 (segunda-feira), no salão da Igreja Católica. No dia 26, o encontro será no Clube Social União, com os produtores de Alto Santa Fé. Dia 27, na Asfuca, de Santa Rita. Dia 8 de junho, na unidade da C.Vale, em Terra Nova. Dia 9, no Clube Independente de Pérola, com os associados da região de Pérola e Candeia. Essas reuniões estão marcadas para iniciar às 14 horas.
Outros encontros - No dia 10 de junho, às 19h30, a diretoria da C.Vale se reunirá com os produtores de Palotina e São Camilo, no Auditório Central. Dia 11, às 14 horas, na Asfuca de Encantado, com os associados do Encantado do Oeste e Nice. Os produtores de Maripá e Candeia estão sendo convidados para reunião no dia 15 de junho, no centro comunitário de Maripá. No dia 17, na Asfuca de Terra Roxa, com os associados de Terra Roxa, Bela Vista e Guairá. Essas duas reuniões estão marcadas para às 19h30. Dia 21, às 14 horas, no salão da Igreja Católica de Brasilândia, com os produtores de Brasilândia do Sul e Alto Piquiri. Em Assis Chateaubriand, a reunião está marcada para o dia 22, às 19h30, na unidade da cooperativa. Encerrando a rodada de reuniões, no dia 23 de junho, às 14 horas, no salão comunitário, com os produtores de São Francisco. (Imprensa C.Vale)
PRIMATO: Campanha distribui brindes para torcedores da Copa do Mundo
Apoiando a torcida brasileira na Copa do Mundo, o Primato Supermercado iniciou, no mês de maio, a campanha "Torcida Primato", que irá acontecer até o dia 11 de julho. Qualquer pessoa pode participar, desde que atinja R$ 300,00 acumulados em compras no Primato Supermercado, localizado em Toledo, Oeste do Paraná. Apresentando os cupons no supermercado, o cliente terá o direito de escolher entre três brindes exclusivos da Torcida Primato para a Copa do Mundo 2010. "Devemos lembrar os clientes do Primato Supermercado que não é sorteio, basta apresentar os cupons de compras deste período, trocar por um dos brindes disponíveis e ir torcer pelo Brasil rumo ao hexa!", afirma o gerente do Primato Supermercado, Marcus Campus. (Imprensa Primato)
COCAMAR I: Encontro de Citrus tem palestras, concurso e dinâmica
Um dia dedicado ao conhecimento. A frase sintetiza a realização do IV Encontro de Cooperados de Citrus e o VII Concurso de Produtividade de Citrus (safra 2009/10), iniciados na manhã desta quinta-feira (20/05), na Associação Cocamar em Paranavaí, situada na fábrica de sucos concentrados, na BR-376. No período da tarde, a programação prossegue com dinâmica na Fazenda Ypiranga, situada nos fundos da indústria. Após a abertura, que terá a participação de um dirigente da Cocamar, o especialista José Quaggio, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), fala sobre "Nutrição para retomada do investimento frente às novas perspectivas de mercado". Em seguida, o consultor Ramiro Ojeda aborda os resultados da poda de pomares em propriedades de cooperados. Na parte da manhã foram conhecidos os vencedores do Concurso de Produtividade.
O evento antecede o início da safra de laranja 2010/11, previsto para as próximas semanas. (Imprensa Cocamar)
COCAMAR II: Produtor consciente: não se planta mais sem cobertura do solo
Se o plantio de braquiária é importante na terra roxa, no arenito é fundamental. E os produtores estão conscientes disso. Com as fortes chuvas deste ano, esse capim mostrou ser um forte aliado não só na estiagem, mas também quando há excesso de água, evitando a erosão e o arraste de terra onde o solo fica descoberto. "Não se planta mais sem cobertura. O solo da região é muito frágil e esquenta muito. Quem usa tecnologia e investe para ter retorno, não tem como não fazer cobertura", destaca o gerente da unidade de Altônia, Eleutério Roncato Neto.
Salto - Por conta disso o plantio de braquiária deu um salto, afirma o engenheiro agrônomo Paulo André Machinski, coordenador de culturas anuais da Cocamar. No ano passado havia 7,2 mil hectares com braquiária em propriedades de solos arenosos na região da Cocamar. Este ano, a área mais do que dobrou: 14,7 mil, 19% da área total plantada com soja no arenito. Na terra roxa, o percentual é de 15%. Em Altônia, Eleandro Zanolli, técnico agrícola da unidade, conta que praticamente todos os cooperados que plantam grãos já têm braquiária em pelo menos uma parte da propriedade e quem já fez a cobertura do solo em anos anteriores, fechou tudo com o capim.
Experiência - Com a experiência de dez anos plantando soja no arenito, Vera Lúcia Rodrigues Marques, de Altônia, não tem dúvida: no arenito tem que ter palha cobrindo o solo, seja por causa das chuvas que arrastam a terra ou da estiagem e calor que prejudicam o desenvolvimento das culturas. No ano passado ela consórciou milho e braquiária em 60 alqueires. Diante da maior retenção de umidade, melhor controle de plantas daninhas, menor temperatura do solo e outras vantagens, a produtora cobriu todos os 530 hectares com braquiária consorciada ou solteira. (Imprensa Cocamar)
RAMO SAÚDE: Fundação Unimed lança curso inédito de formação e qualificação
Gerir uma operadora de planos de saúde é um grande desafio, tanto pelo mercado altamente competitivo, como pela necessidade de conhecimento das leis do Código de Defesa do Consumidor, do cooperativismo e ainda da regulamentação da Agência Reguladora ANS. Por tudo isso, o dirigente precisa de conhecimento prévio para desempenhar bem o seu papel. Por isso, a Unimed do Brasil e a Fundação Unimed desenvolveram o curso de Formação e Qualificação de Dirigentes.
A distância - O curso foi desenvolvido na modalidade de Ensino a Distância - EAD, o que permite ao aluno assistir às aulas e realizar seus estudos em qualquer lugar e a qualquer hora do dia, bastando apenas estar conectado à internet. Dividido em sete módulos, busca alinhar os conhecimentos acerca das responsabilidades e obrigações que fazem parte do dia-a-dia do dirigente. São abordados, ainda, os princípios que regem o cooperativismo e o Sistema Unimed: suas normas, funcionamento e estrutura organizacional; a legislação específica do segmento da área da saúde suplementar; a fiscalização dos órgãos de defesa do consumidor e as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Além disso, o aluno aprenderá noções básicas de contabilidade, importantes para a análise e o acompanhamento do desempenho administrativo de uma Singular.
Nova etapa - Esse curso marca o lançamento de uma nova etapa do ensino à distância, fruto de um grande investimento em tecnologia, infraestrutura e de uma equipe altamente qualificada. Para mais informações, acesse o site www.fundacaounimed.org.br. (Imprensa Fundação Unimed)
MDL: Protocolo de intenções deverá ser assinado no Dia do Cooperativismo
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), os ministérios do Meio Ambiente (MMA), Desenvolvimento Agrário (MDA), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Ciência e Tecnologia (MCT), do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Agência Nacional de Águas (ANA), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Banco do Brasil (BB) formaram, oficialmente, nesta quarta-feira (19/05), o grupo de acompanhamento do Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), durante reunião na sede da OCB, em Brasília (DF). No primeiro encontro foi definida a estrutura ideal do protocolo de intenções para a promoção de ações de sustentabilidade ambiental no Sistema Cooperativista Brasileiro. O documento deverá ser assinado no Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado de julho.
Próximo encontro - "A próxima reunião deste grupo foi marcada para ocorrer em aproximadamente 30 dias e será decisiva, pois finalizaremos o protocolo, cujo texto e coordenação são de responsabilidade da OCB, explica Evandro Ninaut, gerente de Mercados da organização. O protocolo de intenções terá a duração de dois anos e suas ações seguem as linhas macro de capacitação e disseminação, tecnologia e inovação, e mercado e financiamento. Em paralelo, o grupo de acompanhamento está relacionando as ações que já são desenvolvidas em MDL, em cada instituição. Esta lista, segundo Ninaut, será transformada nas estratégias que embasarão o protocolo de intenções. (Informe OCB)
APROSOJA: OCB participa de posse da nova diretoria da Associação
A Assessoria Parlamentar (Aspar) e a Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Mercados (Gemerc) representaram a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na posse da nova diretoria da Aprosoja Brasil, em evento realizado nesta terça-feira (18/05), em Brasília (DF). A nova diretoria terá como presidente Glauber Silveira da Silva, que exercerá o mandato no biênio 2010-2012.
Prioridades - Em seu discurso de posse, o novo presidente da entidade evidenciou as prioridades da Aprosoja Brasil durante o início desta gestão. Dentre as frentes de trabalho estão a busca por alterações na Lei de Proteção de Cultivares e por alternativas para se obter mais transparência na formação de valores dos royalties. "Esta é uma demanda de todos os sojicultores do país", afirmou.
Apoio - Para tanto, Glauber indicou que a Aprosoja Brasil continuará apoiando a atuação de entidades parceiras, citando, como exemplo, os trabalhos exercidos pela OCB e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) no Congresso Nacional. "Na área política, vamos rodar os estados para conversar com parlamentares e apoiar aqueles que estiverem comprometidos com a ampliação da produção agrícola sustentável e com renda, pois sabemos que o setor rural é um grande vetor do desenvolvimento econômico e social do país", ressaltou.
Importância - Os deputados integrantes da Frente parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Moreira Mendes (RO), novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), e Abelardo Lupion (PR), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, e a senadora Kátia Abreu (TO), também mencionaram a importância do trabalho exercido pelas entidades representativas, com destaque para a OCB e para a CNA, na atuação parlamentar em prol do setor agropecuário. (OCB, com informações da Aprosoja Brasil)
COMERCIALIZAÇÃO: Conab faz leilão de PEP de milho
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, no próximo dia 27 (quinta-feira), às 9 horas, leilão de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) de 1 milhão de toneladas de milho, com aviso publicado nesta quarta-feira (19). Os produtos são originários dos estados de Mato Grosso (600 mil t), Mato Grosso do Sul (80 mil t), Goiás/Distrito Federal (130 mil t), Minas Gerais (70 mil t) e Paraná (120 mil t). As operações serão realizadas por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização (SEC) da Companhia. No leilão será disputado um prêmio, cujo valor inicial varia de R$ 2,52 a R$ 6,84 por quilo de produto, dependendo do estado.
Público - Podem participar do leilão avicultores, suinocultores e fabricantes de ração e de insumos, indústrias de alimentos e comerciantes. O escoamento do produto adquirido deve contemplar a região norte de Minas Gerais e os estados do Espírito Santo, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, Acre, Roraima e Amapá, além do mercado externo. O arrematante terá a compra limitada a 1.000 t por produtor/CPF.
Novos leilões - A Diretoria de Operações e Abastecimento da Conab (Dirab) adianta que novos leilões podem ser realizados nas semanas seguintes, o que depende dos resultados obtidos nesta operação e da avaliação conjunta realizada entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Conab e a cadeia produtiva. (Mapa, com informações da Conab)
CAFÉ: Preços mínimos são mantidos
Os preços mínimos do café safra 2010/2011 serão mantidos em relação aos valores da safra anterior. A decisão, resultado de voto do Conselho Monetário Nacional (CMN), foi publicada na Portaria Nº 392, do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (19/05). Desde 1º de maio, continua a vigorar o valor de R$ 261,69 a saca de 60 quilos para o café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor. Para o robusta, foi mantido o valor de R$ 156,57, bebida tipo 7. A medida vale por prazo indeterminado, de forma semelhante aos demais produtos atendidos pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). (Mapa)
FEIJÃO: Produto segue caro na véspera de leilão oficial
A notícia de que o governo federal irá liquidar os estoques públicos de feijão derrubou as cotações no campo, mas não conseguiu conter a alta dos preços no varejo. Desde o início do mês, quando a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou que iria colocar no mercado parte de seus estoques, a cotação da saca ao produtor caiu entre 4% (carioca) e 5% (preto) no Paraná, conforme levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Mas nas prateleiras dos supermercados de Curitiba os preços continuam avançando. De acordo com o serviço Disque Economia da prefeitura, o quilo do produto acumula alta de 22% (carioca) e 32% (preto) em maio.
Intervenção - Para tentar segurar o preço ao consumidor, a Conab pretende colocar no mercado cerca de 40 mil toneladas do grão nas próximas semanas, o equivalente a cerca de 20% dos estoques públicos nacionais. No primeiro leilão de venda, que ocorre nesta quinta-feira (20/05), serão ofertadas 9,06 mil toneladas de feijão de cor. 56% deste produto, pouco mais de 5 mil toneladas, estão depositados no Paraná, o maior produtor nacional da leguminosa. O volume corresponde a cerca de 7% dos estoques acumulados pela Conab no estado na safra passada. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia também terão lotes ofertados.
Efeito psicológico - Para Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe) e analista da Correpar, os leilões da Conab tiveram efeito psicológico no mercado, baixando as cotações ao produtor momentaneamente, mas não devem ter força para conter a alta nas prateleiras. "Estamos no auge da colheita da segunda safra, e o produtor quer aproveitar os preços bons. Por isso, tudo que sai da lavoura é colocado no mercado quase que imediatamente. Mas quando souberam que o governo iria vender seus estoques, cerca de 20 dias atrás, cerealistas, empacotadores e supermercados suspenderam suas compras. Por isso os preços caíram", explica.
Risco - O risco é de o consumidor voltar a ver, no segundo semestre, preços tão altos quanto os de dois anos atrás. Em janeiro de 2008, a cotação da saca do feijão carioca chegou a R$ 300 ao produtor. Na gôndola dos supermercados, os consumidores chegaram a pagar até R$ 9 pelo quilo do produto.
Preços - Desde o início do ano, os preços recebidos pelos produtores paranaenses já subiram entre 32% (preto) e 85% (carioca). A saca do preto vale hoje pouco menos de R$ 70 e o carioca está cotado a cerca de R$ 100. No varejo, a alta acumulada é de, respectivamente, 66% e 71%. Em média, o consumidor curitibano está pagando R$ 2,89 pelo quilo do feijão preto e R$ 3,39 pelo carioca, mas o carioquinha chega a custar mais de R$ 5 em alguns supermercados da cidade. (Gazeta do Povo)
LEITE: Dólar muda perfil da exportação de lácteos
Real valorizado, mercado interno aquecido e preços firmes da matéria-prima têm desestimulado as exportações brasileiras de lácteos e criado uma situação inusitada: as vendas de leite condensado ganharam importância no total exportado superando o leite em pó, historicamente o lácteo mais relevante nas exportações brasileiras.
Participações - Entre janeiro e abril deste ano, o Brasil exportou US$ 51,418 milhões em lácteos. Desse total, US$ 12,155 milhões foram leite em pó, uma fatia de 23,6%, e US$ 14,621 milhões, leite condensado, ou 28,4%. No mesmo período do ano passado, essa participação era bem diferente. Com as exportações brasileiras alcançando US$ 73,189 milhões, 52,2% eram leite em pó e 20,8%, leite condensado. Os percentuais foram calculados a partir de dados de exportações compilados pela Agripoint Consultoria.
Câmbio - Ainda que os preços do leite em pó estejam em recuperação no mercado internacional e, portanto, pudessem estimular as exportações brasileiras, o câmbio tira vantagem competitiva do Brasil. Atualmente, a tonelada está na casa dos US$ 4.000 na exportação. "Mas o mercado interno está pagando o equivalente a US$ 4.500", diz Jacques Gontijo, presidente da Itambé. De acordo com ele, com um dólar entre R$ 1,70 e R$ 1,80 não é viável exportar.
Em pó - Mesmo tendo preços inferiores (a tonelada é exportada a US$ 1.600) ao do produto em pó, o leite condensado, vendido principalmente para Angola, Peru e Nigéria, garante mais rentabilidade ao exportador porque se utiliza menos matéria-prima em sua fabricação. Esse é um fator que faz toda a diferença em tempos de preços firmes para o leite ao produtor - em abril, o valor médio no país foi R$ 0,72 por litro, alta de 16% em relação ao início do ano, de acordo com a Scot Consultoria.
Proporção - Gontijo explica que enquanto são necessários oito litros de leite para produzir um quilo de leite em pó, são necessários dois litros para produzir um quilo de leite condensado. Em volume, o Brasil exportou 3,112 mil toneladas de leite em pó e 7,750 mil de leite condensado entre janeiro e abril deste ano. No mês passado foram apenas 25,3 toneladas de leite em pó e 3,124 mil toneladas de leite condensado. "Não exportamos nada de leite em pó em abril", diz o presidente da Itambé. (Valor Econômico)
CERTIFICAÇÃO: Brasil precisa qualificar sua produção agropecuária, diz Mapa
"O Brasil deu um grande salto na produtividade da agropecuária, nos últimos 20 anos, mas precisa, agora, qualificar sua produção", afirmou, há pouco, o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Márcio Portocarrero. Ele participa do Seminário Internacional sobre Marcas de Qualidade - Instrumento de Política de Valorização dos Produtos Agropecuários, que acontece desde esta quarta-feira (19/05) até sexta-feira (21/05), em São Paulo/SP.
Pressupostos - Conforme Portocarrero, as marcas de qualidade pressupõem uma organização da produção e resultam na capacidade de alcançar mercados com marketing direcionado, garantindo mais renda e credibilidade. Os benefícios da certificação chegam, principalmente, a pequenos agricultores que, isoladamente, não conseguiriam acessar novos mercados, explica o secretário, que apresentou a uma plateia de gestores, empresários e produtores rurais de 12 países a experiência brasileira com marcas de qualidade, como indicação geográfica e denominação de origem.
Potencial - "Somos um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo e precisamos mostrar que temos condições de apresentar produtos sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e tecnológico e com diferencial de origem, como já acontece com os vinhos do Vale dos Vinhedos e da cachaça de Paraty", reforça. Portocarrero disse, ainda, que o Brasil tem muito a aprender com a larga experiência da União Europeia nesse trabalho, bem como países vizinhos, dentre eles, Argentina, Chile e México.
Ações - Hoje, o Ministério da Agricultura tem ações para incentivar a cadeia produtiva que trabalha com certificação e marcas de qualidade. Uma dessas ações é o apoio técnico e financeiro a associações e cooperativas que atuam com produtos com potencial de indicação geográfica. O governo está aplicando R$ 1,3 milhão em convênios para essa finalidade, que inclui queijos, açaí, cachaça, açafrão, café e guaraná.
PI - Outra iniciativa é o fomento a projetos de Produção Integrada (PI) em 22 estados. O selo emitido pelo Ministério da Agricultura significa que o alimento foi produzido com menos insumos (agrotóxicos, fertilizantes etc.), com respeito ao meio ambiente, entre outros critérios que reduzem os custos de produção e melhoram a rentabilidade do agricultor. Além de frutas, que foi o trabalho pioneiro da PI, o ministério começa a apoiar projetos de flores, café, gengibre, tomate, soja, mel, uva, carne, entre outros. (Mapa)
CÂMARA I: Comissão aprova criação de programa de proteção de nascentes
A Comissão de Minas e Energia, da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (19/05) um projeto de lei do deputado Jurandy Loureiro (PSC-ES), que cria o Programa Adote uma Nascente, com o objetivo de promover a recuperação das nascentes em áreas degradadas e preservar as que se mantêm intactas. A proposta prevê a delimitação física das áreas em torno das nascentes, a recuperação de áreas degradadas, medidas de manutenção e a sinalização como área de preservação permanente. Em compensação, a proposta autoriza a utilização das águas, desde haja aprovação da autoridade competente.
Parecer favorável - O relator, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), apresentou parecer favorável. Segundo ele, medidas como essas vão permitir maior engajamento e facilitar a atuação fiscalizadora de toda a sociedade, além de estimular a cultura da preservação do meio ambiente. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Globo Rural Online, com informações da Agência Câmara)
CÂMARA II: Heinze cobra medidas para reduzir preço do diesel nos custos de produção
A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (19/05), audiência pública com a presença de técnicos da Petrobras para debater o alto preço do óleo diesel. Durante o encontro, proposto pelo deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), vários parlamentares reclamaram do valor do produto e do impacto do combustível nos custos de produção da lavoura e do transporte de pessoas e carga.
Autor - Um dos mais enfáticos foi, justamente, o autor do requerimento para realização do debate. O deputado Heinze aproveitou a presença dos gerentes da área de abastecimento da Petróleo Brasileiro AS, Theodoros Panagiotis Marcopoulos; e da área de preços, Luciene Carneiro Fernandes de Alencar Paiva, para cobrar a adoção de medidas que diminua o preço do insumo utilizado pelos produtores rurais, caminhoneiros e empresas de ônibus. "A estatal precisa reduzir um pouco do seu lucro, abrir mão de parte do ganho com o combustível e ajudar alguns dos principais setores que movem o país: a agricultura e o transporte" enfatizou.
Peso - Ao falar sobre o peso do produto no custo operacional efetivo da produção agrícola, o parlamentar gaúcho solicitou que o governo analise uma forma de barateá-lo. Heinze citou o caso de algumas culturas para exemplificar a relação diesel e gastos no campo. "No caso da soja é preciso colher cinco sacas por hectares, na lavoura de milho de oito a 20 sacas e na de arroz em torno de 20 sacas. Precisamos desenvolver um projeto que crie condições para que o diesel impacte menos no bolso dos agricultores. Não há outra forma, se não diminuir os custos de produção. A União e os estados devem reduzir os impostos para que eles possam ter um pouco de renda", expôs.
Grupo de trabalho - O parlamentar propôs a criação de um Grupo de Trabalho com técnicos da Câmara dos Deputados, da CNA, OCB, Acebra, Contag e entidades ligadas ao setor de transporte para analisar a composição do preço do combustível e apresentar propostas para modificar a sistemática financeira desde a extração do petróleo até as bombas dos postos. Atualmente o valor do óleo diesel é composto de 18% de tributos que incidem na distribuição e revenda; 6% refere-se ao biodiesel adicionado; 13% é de ICMS (impostos estaduais), 10% da Cide, Pis/Pasep e Cofins (tarifas federais) e 53% é a o valor de revenda da Petrobras. (Assessoria de Imprensa)
CONJUNTURA: Crise europeia sangra, aos poucos, os preços das commodities agrícolas
Embora ainda não tenha motivado erosões consideráveis nas cotações internacionais das principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior, o recrudescimento da crise financeira europeia nas últimas semanas tornou-se um fator de pressão baixista permanente sobre os mercados. De oito produtos negociados nas bolsas de Nova York (açúcar, café, café, suco de laranja e algodão) e Chicago (soja, milho e trigo), apenas os futuros (segunda posição de entrega) de açúcar e suco de laranja, que registraram forte queda em abril, aparecem com variações positivas em maio - 1,25% e 6,57%, respectivamente. Há baixas para café (1,11%), cacau (1,82%), algodão (6,98%), soja (6,86%), milho (1,93%) e trigo (3,23%), segundo o Valor Data.
Consequências - Entre outras consequências, os movimentos financeiros derivados dos tremores europeus estão provocando a queda do euro e a valorização do dólar. Referenciadas nas bolsas dos EUA, as commodities agrícolas costumam reagir negativamente ao fortalecimento da moeda americana, até porque as pujantes exportações agrícolas do país perdem competitividade. Para os preços agrícolas, o balanço das moedas também não é bom pelo lado dos europeus, que tem de gastar mais em suas compras - e a situação não permite excessos.
Fundamentos - Na mesma linha de raciocínio, só que na frente dos fundamentos de oferta e demanda, o prolongamento da crise europeia tende a reprimir as compras no Velho Continente, importante destino das exportações mundiais de commodities. A União Europeia tradicionalmente é o principal destinos das exportações brasileiras do agronegócio, posto que passou a ser ameaçado - e usurpado em alguns períodos - pela Ásia, sempre puxada pelo apetite da China.
Ouro - É verdade que a crise na Europa motivou o aumento da demanda por ouro, que tem peso importante nas carteiras de commodities de grandes fundos de investimentos e até agora ajudou a segurar as cotações de outros produtos presentes nos mesmos cardápios, como notou recentemente o analista Vinícius Ito, da Newedge, em Nova York. Mas, em geral, a fase é de pessimismo e de previsões de queda das commodities nos próximos meses, exceto em casos de problemas na oferta. Em tempo: nesta quarta-feira (19/05) o as cotações do ouro recuaram. (Valor Econômico)
H1N1: PR é o primeiro estado a atingir meta de 80% da vacinação
Com 4 milhões de pessoas vacinadas, o Paraná é o primeiro estado a alcançar a meta de imunizar 80% da população alvo da campanha de vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), causador da Nova Gripe. O Paraná aparece à frente dos demais estados da federação em percentuais e em números absolutos de seus vizinhos da região Sul, o que representa 93% do público alvo estipulado pelo Ministério da Saúde. "A população aderiu à campanha graças ao alinhamento do Ministério da Saúde com o Governo do Estado e municípios", afirma o secretário da Saúde, Carlos Moreira Júnior.
Ampliação - Mas de acordo com ele, ainda não há motivos para comemoração. "É preciso ampliar estes números, sobretudo gestantes e adultos de 30 a 39 anos até sexta-feira, quando se encerra a campanha nacional de vacinação. Depois avaliaremos, com o Ministério da Saúde, qual será a estratégia do Paraná, uma vez que esperamos doses excedentes de outros estados para ampliar a vacinação em nossa população", disse.
Campanha - Até sexta-feira (21/05) todas as pessoas que estão inclusas nos grupos do Ministério da Saúde podem ser vacinadas. Com 4 milhões de pessoas imunizadas, o Paraná está à frente do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que vacinaram 3,3 e 2 milhões de pessoas respectivamente. Ainda nesta semana o Paraná deve receber um primeiro lote adicional da vacina com 300 mil doses. O objetivo é cobrir os excedentes usados em outros grupos que extrapolaram a estimativa total de usuários, como no caso dos doentes crônicos.
Quem pode ser vacinado até o dia 21 de maio em qualquer Unidade Básica de Saúde - Crianças maiores de 06 meses a menores de 2 anos; gestantes; portadores de doenças crônicas; trabalhadores de Saúde; indígenas (aldeados); adultos (20 - 29 anos) e adultos (30 - 39 anos). (AEN)
AGENDA: Inscrições ao curso para conselheiros fiscais do ramo crédito vão até dia 28
Membros dos conselhos fiscais de cooperativas de crédito não filiadas a cooperativas centrais vão ser capacitados nos próximos dias 31 de maio e 01 de junho, no prédio da administração central da Coamo, em Campo Mourão. O curso, promovido pela unidade paranaense do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), tem por objetivo promover a reciclagem dos profissionais, integrar e padronizar os trabalhos do Conselho Fiscal, propiciando a correta realização das atividades nas cooperativas. O curso é dividido em dois módulos e terá como instrutores os professores Wilson Mota e Paulo Renato. As inscrições devem ser feitas pelos agentes de desenvolvimento humano das cooperativas pelo site www.ocepar.org.br até o dia 28 de maio.
Informações - Mais informações com Leandro Macioski (e-mail: leandro@sescooppr.org.br / fone (41) 3200 1128) ou Devair Mem (e-mail:devair@sescooppr.org.br / fone (41) 3200 1131).
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